
sirup
A artista, formada em Design - Comunicação Visual, pensa e trabalha a tatuagem através de um estado de abertura e curiosidade que desenvolve tanto em ateliê quanto nas suas aulas de desenho para crianças.
Ser tatuado, tanto quanto tatuar, sugerem um modo de ser que valoriza a experimentação e a possibilidade de reorganização do próprio mundo bem como do mundo ao redor. Seu trabalho, concentra-se, então, em oferecer um espaço onde a vida adulta e a vida lúdica - na sua qualidade de presença e encanto - existem sustentadas uma pela outra.
Sua tatuagem nasce do mesmo lugar que seus desenhos e pinturas: uma coleção de imagens, ornamentos, figuras de sonhos, observações cotidianas e narrativas surreais que habitam uma região entre a delicadeza e o estranho - o íntimo.
Seu processo se caracteriza pelo processo de troca e de criação compartilhada. Interessa-se especialmente por acompanhar o processo do cliente através do qual uma lembrança, um desejo ou uma inquietação ainda sem nome encontra sua própria forma. Cada tatuagem surge desse encontro, onde se dá a materialização de algo que antes existia apenas como sensação, intuição ou imagem. Mais do que ilustrar uma ideia, seu interesse está em aproximar a pessoa das imagens que já a acompanham silenciosamente.